Quem sou eu

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SOU ALVO DO AMOR DE DEUS E ELE É O ALVO DA MINHA ADORAÇÃO! Quem sou eu? De fato é uma boa pergunta, porque quase sempre me pego questionando justamente isso. Talvez eu seja alguém, que não é capaz de fazer tanto quanto os outros pensem e esperem que eu faça. Uma pessoa constrangida por ter tantas falhas, mas realista em ver as possibilidades para vencer! Preciso sim de muitas mudanças, afinal de contas minha história ainda está sendo escrita e ainda tenho longos capítulos a serem escritos. Sonho e acordo, caio e levanto, mas nunca desisto de tentar, mesmo que seja dificil. Quem sou eu? Acho que não existe uma resposta definitiva a respeito disso, porque talvez você pense algo a meu respeito que daqui há 1 semana não será mais o mesmo. Concluo então que se eu não sou capaz de me definir, você também não poderá fazer o mesmo, façamos o seguinte, caminhe comigo, ou continue a me observar de onde você está, ai lá no fim dessa estrada seremos capazes de dizer QUEM SOU EU!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

VASO QUEBRADO


Em Jeremias 18.4 lemos sobre um vaso que se quebrou na mão do oleiro. A palavra nos diz também sobre uma mulher em Betânia que trazia um vaso de alabastro com ungüento de nardo puro, no qual, quebrando-o derramou sobre a cabeça de Jesus.Nota: este nardo era um valioso e perfumado ungüento derivado das raízes secas da planta. O ungüento por sua vez tinha que ser macerado e curtido até ao ponto de exalar o perfume e a concentração certa. Todos nós somos vasos nas mãos do Senhor e precisamos deixar que Ele tire das raízes secas de nossas vidas um ungüento perfumado, um óleo tão precioso para que dali possamos nos deitar aos pés de Jesus e nos deixar quebrar até que se derrame toda a essência e se encha a casa com o perfume, como aroma agradável ao Senhor!
Nosso dia-a-dia é repleto de experiências difícieis, recebemos constantemente críticas de pessoas que, parecem viver para jogar pedras nos outros… Como vaso que somos, chega num ponto que somos quebrados com essas situações, somente assim, poderemos exalar o que temos dentro de nós, e exalar o bom perfume. Muitos não se deixam quebrar, outros, ao serem quebrados não exalam nenhum perfume.
Em Levítico 1:1-13, temos um relato de que quando o animal era gado, era escolhido um sem defeito e levado inteiro, depois de colocado no altar, era despedaçado separado em partes, gordura, fressura, pernas etc, tudo lavado e depoius colocado SOBRE O ALTAR, queimado como holocausto de cheiro suave. Aí, se vamos a Efésios 5:1-2, temos um outro sacrifício. Jesus também andou em direção ao altar e foi do chão ao alto (altar) e lá esquartejado para subir como aroma suave até o Pai, pela obediência e silêncio dessa caminhada pela via dolorosa. Não houve resistência, não houve rebeldia, não houve hesitação nem negação. Ele saiu do chão, subiu ao altar, foi partido e subiu como aroma suave… Pensemos em quantas vezes teremos de fazer esse mesmo percurso: do chão para o altar e do altar para o Trono, como aroma suave… Mas, logo em seguida, vem a certeza da plena ressurreição. E nos regozijamos nessa promessa. Coragem e força. Ao sermos quebrados, qual o perfume que exalamos?
Texto adaptado.

Um comentário:

Silvania disse...

Paz, amada...
Parabén pelo texto!
Tais “figuras” demostra o cuidado de Deus e o imenso amor por cada um de nós.
Uma das coisas que mais me fascina em Deus é sua graça e misericórdia, sua persistência, sua paciência... ele não remenda o vaso... ele faz novo!!! Deus não está interessado em ter um monte de gente remendada, mas gente nova! É abundância de vida... e vida em novidade de vida. Por isso, muitas vezes, ele muda os nossos planos, ele muda tudo! Nada de remendos... o que Ele quer é a alegria total do vaso. Pode ser que lá na frente, assim como a maravilha de se olhar um vaso novo, entendamos as voltas da vida... que na maioria das vezes fomos nós mesmos que nos impusemos... mas que em nenhum momento fez o artista desistir de seu intento final.
Mesmo quando pega os nossos restos espalhados pela vida, que muitas vezes, nós mesmos deixamos como rastros de infelicidade no caminho.
"Ele" sabe o que faz!
Um grande abraço,
Silvania Itaboray.